A arte de recriar.

Particularmente, eu acho que tudo na vida é talento e esforço, e quando essas duas coisas se juntam, pode dar origem a algo muito espetacular (ou tosco hahaha) mas, a criação do post de hoje é muito interessante.
O trabalho de hoje é de um fotógrafo que produziu fotos de várias cenas clássicas utilizando legos, o seu trabalho envolve iluminação, cenário, caracterização e é claro, imaginação.

Fotografia de Alfred Eisenstaedt. A famosa pose de um marinheiro americano beijando uma jovem na Times Square em 14 de agosto de 1945.

Fotografia de Ian Bradshaw. 20 de abril de 1974 – O australiano Michael O’Brien saiu correndo nu no jogo de Rugby entre Inglaterra e França, em Twickenham.

 

Fotografia de Robert Capa – “O Soldado Caindo”.

Mike Stimpson também chegou a publicar um livro contendo fotos dos personagens do filme Star Wars em situações mais “modernas”.

Representando a foto do homem na lua

 

John Lennon e Yoko Ono no dia do protesto em favor da paz.

Dica: Viajar e fotografar

Não existe conforto mais gostoso do que tirar um tempinho para descansar e conhecer lugares novos, não é mesmo? E é sempre bom levar uma máquina ou até mesmo o celular para não perder nenhum momento.
Com a chegada das férias, muita gente acaba conhecendo lugares novos ou até mesmo indo para os mesmos lugares, não importa para onde é que você vai, o post de hoje vai te dar 3 dicas para fotografar a sua viagem!

1 – Conheça a cidade.
O primeiro passo é você ir conhecer o lugar onde está. Se for em casa de parentes, procure saber aonde que tem os pontos turísticos e claro, procure se informar se o lugar é perigoso ou não.

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Catedral de Maringá

2 – Arraste uma companhia.
Leve o seu amigo, seu primo, seu irmão para o local escolhido. Aproveitando o momento em que esta todo mundo se divertindo e faça algumas fotos.

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3 – Dia do descanso.
Essa é a fase que eu mais gosto. Chegou a hora de você sair sozinho para andar e conhecer. Saia sem rumo (só não vá se perder), tente aproveitar o que o dia tem a lhe oferecer e aproveite para fotografar o que você esta vendo.

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“iPhonographer” viajante.

Talvez a discussão sobre o que faz um fotógrafo melhor seja eterna, mas (ok. isso é tendencioso) dia sim e outro também aparecem coisas que comprovam o quanto o equipamento não influencia na qualidade do olhar de um amante da fotografia.

Uma grande prova disso é um cara chamado Kevin Russ.

Ele se dedica inteiramente a viajar e fotografar, e não, ele não tem como equipamento uma câmera caríssima e um jogo enorme de lentes claras e invejáveis, ele registra tudo com o seu iPhone!

Kevin diz usar sua DSLR somente em casos, por exemplo, de não poder chegar muito perto do objetivo fotográfico.

As fotos de Kevin são, no mínimo, encantadoras.
Díginas de se ficar horas olhando e olhando de novo.

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Abaixo, alguns links onde é possível conhecer mais sobre o trabalho incrível de Kevin Russ:

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Flickr

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Vamos diagramar!

O post de hoje é um bate-papo com a gaúcha Aline Budzny. Para não ficar desconfortável, queria escrever um pouco como conheci o seu trabalho e depois, mostrar o resultado. Por gostar muito de diagramação e ter pequeno contato com essa área, comecei a procurar blogs e dicas sobre o assunto e então, num passo de mágica, achei o blog de Aline. Sem puxar o saco mas, em menos de 4 posts eu já estava achando tudo muito lindo. Comecei acompanhar o seu trabalho e ai surgiu a idéia de fazer esse post de entrevista.

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Aline tem 23 anos e é apaixonada por diagramações, além disso, ela possui um amplo conhecimento e procura colocar em seus trabalhos o estilo minimalista e as tendências desse ramo. Aline respeita a arte do fotógrafo e procura deixar a sua marca em cada álbum. Influenciada pela frase “menos é mais”, o estilo “clean” é destacado na maioria de suas artes.

Vamos á entrevista:

Quando você começou a gostar de fotografia e de diagramação?

Aline: Acho que como a maioria das pessoas foi por acaso. Desde que eu me conheço por pessoa sempre gostei de “mexer no photoshop”, pegava fotos e começar a brincar, comecei a usar o photoshop assim, mexendo e descobrindo as coisas. Na época do colégio fiz um curso de design gráfico que onde eu conheci mais sobre o software. Mas comecei a trabalhar na fotografia mesmo quando entrei em um empresa que fazia tratameto de imagens. O pré requisito deles era saber “lidar” com o photoshop. E foi aqui que a fotografia se aproximou de mim, bom, foi amor a primeira vista! Hoje em dia eu respiro fotografia. Nunca imaginei que ia tomar gosto pela coisa, realmente foi diferente e na diagramação mesma coisa! Comecei a trabalhar por acaso e hoje em dia eu amo! Nem era boa em diagramação, mas vi que eu precisava estudar mais e mais para melhorar.

Isso foi junto?

Aline: Primeiramente foi a fotografia e a diagramação veio anos depois! Na diagramação é até curioso, pois nunca vi nenhum álbum diagramado antes de trabalhar com diagramação, então não tinha nenhuma noção mesmo hahahahaha.

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Foi fácil pra você se achar nesse meio?

Aline: Foi até fácil! Como faço publicidade e propaganda, tem um pouco dessa temática na faculdade. E logo comecei a adorar e comecei a me aprofundar na área, no lugar onde comecei a trabalhar como diagramadora, era também uma escola de fotografia, então tinha contato direto com os fotógrafos… Isso foi realmente bom para o meu trabalho, saber como eles faziam, toda a rotina de tratamento e diagramação.

Quais as dificuldades que você encontrou ou ainda encontra?

Aline:Atualmente as dificuldade são poucas, mas claro, com o meu estilo de diagramação é clean, muitos clientes não entendem que essa é uma tendência que há de ficar e eles pedem um pouco de poluição. Logo de cara digo que não faço esse trabalho e indico para amigos que tem esse estilo. Acho que assim facilita, mas no começo era assim, até implantar a idéia do clean foi um pouco… hum… trabalhoso por assim dizer hahahahahaha.

Você já tentou outra profissão?

Aline: Meu primeiro emprego foi trabalhar em uma biblioteca de um curso pré vestibular. Hahahaha estranho não? Mas logo depois saí e me encontrei na área gráfica.

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Quais são suas influencias? (fotógrafo, música, arte, etc)

Aline: A primeira influência minha vem da música. Não trabalho sem música, pra mim é fundamental! As outras influências vêm do design, adoro olhar catálogos, sites, behance, editoriais… Nossa, é tanta coisa que me motiva e inspira! Até o dia a dia, só sair porta a fora que mundo se abre de inspirações!
Mas minha influência principal é o design em si. Adoro ler livros sobre o assunto, mesmo que seja repetido.

O que você mais gosta na sua profissão?

Aline: Poder fazer com que as fotos dos meus clientes (fotógrafos) sejam ainda mais bela com uma ótima diagramação. Adoro também o leque de criar, posicionar as fotos e contar uma história com elas. Amo muito isso!

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Qual a dica/conselho você daria para quem está tentando começar?

Aline: Antes de tudo, estudem MUITO! Sério, peguem um livro de design e leiam! Você vai destacar o seu trabalho por ser belo e diferente, as pessoas gostam do clássico/diferente. Se você cair na mesmisse, sinto muito, você vai ser mais um, por isso, seja diferente e estude muito!

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E vocês, gostaram do bate-papo? Então, não deixe de conferir outras dicas dessa queridíssima.
Segue os links abaixo:

Site oficial | http://alineb.com.br
Fã page | http://www.facebook.com/alinebooks

The Sinking World – Andreas Franke

Muitos adoram ensaios fotográficos em baixo d’água. Ainda mais quando o cenário é um navio naufragado. Agora, imagina ver uma exposição dessas assim:

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As fotos são expostar nos mesmos lugares em que foram tiradas! Essa foi a ideia do fotógrafo Andreas Franke, que criou uma série chamada “The Sinking World”. Para ver todas as fotos da exposição é necessário dar a volta no navio.

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O primeiro ensaio “em baixo d’água” foi em 2009, no navio Vandenberg, naufragado na Flórida. Andreas mergulhou, fotografou o navio e, posteriormente, manipulou as imagens adicionando cenas que remetem ao cotidiano.

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Em 2012 Andreas  retratou a época rococó no navio Stavronikita, localizado perto da ilha caribenha de Barbados.

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As imagens são lindas, vê-las em baixo d’água deve ser de tirar o fôlego!

– Juliana Coutinho –

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Através das Lentes: Nu artístico – Por Susi Godoy

A minha história na fotografia de retratos é bem recente, há cerca de 1 ano e meio eu comprei uma Canon Rebel T1i, antes disso gostava muito de fotografar natureza e viagens, mas só contava com uma câmera compacta. Me iniciei fotografando minha irmã que é modelo alternativa. Um mês depois comprei uma 50mm 1.8 e desde então tenho realizado ensaios comerciais e autorais.

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O que mais me atrai na fotografia é o retrato, mais especificamente projetos autorais, onde na maioria das vezes abordo nu artístico, e a possibilidade de descaracterizar a modelo e focar apenas na expressão corporal. Buscando o feminino, o delicado, e a leveza que cada mulher tem. Tentando assim inserir uma carga emocional naquilo fazendo as pessoas sentirem algo ao verem.

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A principio tinha muita dificuldade em encontrar modelos dispostas a essa entrega em busca de algo mais intenso e artístico para realizar esse tipo de fotografia. Contava basicamente só com a minha irmã, mas com o tempo isso se tornou mais fácil. As pessoas compreendem o quão bonito é o nu, e veem que nele tem muito menos apelo que uma foto de lingerie, por exemplo. E hoje meu portfólio conta com modelos, atrizes e também até clientes em ensaios de nu.

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Tenho muitas inspirações na fotografia, seria injusta em tentar citar, por que certamente não conseguiria falar de todos. Mas eu costumo acompanhar fotógrafos que tem uma linguagem mais simples, que fazem coisas mais sólidas, sem apelo sexual, e admiro muito essa sensibilidade. Se eu pudesse dar alguma dica a alguém seria a pratica. Eu sou autodidata na fotografia, pretendo estudar, mas até então tudo que aprendi foi na pratica, e acredito muito que a cada ensaio eu aprendo algo novo. Então, sempre que posso estou fazendo algo, exercitando o olhar e a técnica.

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– Susi Godoy-

Para mais fotos e informações acesse: Facebook / 500px / Flickr

Fotografia e poesia.

Desde muito tempo eu venho percebendo o dom de algumas pessoas que conseguem transmitir os seus sentimentos através de fotografias ou poesias. Ainda tem aquelas pessoas que conseguem ir além, conseguem fazer essa mistura com os dois itens.

Não tem como negar que uma frase ou um trecho de uma música se encaixa muito bem como aquela foto que você tirou olhando o mar, não é mesmo? Por isso, o post de hoje é sobre essa junção linda de duas artes: a fotografia e a poesia.

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A dica mais importante é a tipografia, escolha uma fonte simples, “clean”, enfim… Escolha a fonte que se encaixe perfeitamente com o que você quer passar e pronto.

Segue abaixo algumas fotos “poéticas”.

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Francine de Mattos

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Taís Ronchi

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Wedson Marques

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Francine de Mattos

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Wedson Marques

O que acharam das fotos?

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– Taís Ronchi.

E que tal um pastelzinho?

Há quem goste de uma foto mas natural, só com uma curva de contraste e pronto.

Mas, pra mim, a edição de uma fotografia pode ir um pouco além sem dar aquela trabalheira toda.

A algum tempo aderi os tons “pasteizinhos” na fotografia como sendo os mais bonitos, poéticos e delicados, e quase sempre são apropriados. Pra quem também gosta, mas não sabe como chegar a esse efeito, vou ensinar de um jeito bem fácil, e sempre lembrando que os valores que eu escolher são apropriado pra essa foto, e não necessariamente devem ser copiados e colados na sua edição.

Abra a foto no Photoshop.

Selecione a ferramenta Exposure.

Deixe o Exposure levemente negativo, o Offset e Gamma Correction levemente positivos.

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Selecione a ferramenta Levels e contraste a imagem para que o efeito anterior não fique exagerado.

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Em alguns casos isso pode ser o suficiente.

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Porém, em alguns casos, as cores podem parecer um pouco “sem sal” apenas com esses dois passos, e se  isso acontecer, selecione a ferramenta curves e posicione-a abaixo de Exposure.

Faça um “S”, uma curva de contraste.

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E agora sim, sua imagem está pronta!

Veja a comparação da imagem original e da imagem editada.

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